Todos os dias quando volto para casa vejo quase sempre o mesmo, coisas banais, cotidianas, rotineiras, o sol se ponto, o amarelo desenhado no vermelho sumindo no gigante horizonte, as folhas caindo, flutuando levemente sobre a brisa do fim de tarde e início de noite, tanta coisa bonita pra ver, e eu me atenho todos os dias ao mesmo detalhe, um cão solitário deitado embaixo de um caminhão.
Um cão, pelo qual passo todos os dias quando volto para casa, independente do transito estar caótico ou calmo, de eu voltar no meu horário ou atrasado, fim de tarde ou noite, não importa, ele está sempre lá, embaixo do mesmo caminhão, com a companhia de dois potes, um de água e um de restos de comida.
Tanta coisa feliz e sempre me atenho e fico pensando nos detalhes tristes, imagino-me no lugar deste cão, e da estupidez de um humano achando que sua única obrigação com o animal é dar comida e bebida, e o fato de ali estar um ser vivo, de ter afeto, de demonstrar carinho e querer dar e receber atenção de um “dono” simplesmente não conta.
Mas o mais interessante é a lealdade e a compaixão que os animais têm conosco, direta ou indiretamente eles sabem que nós que os tiramos da rua, que os alimentamos e mesmo assim as pessoas insistem em pensar que “bicho é bicho”,que eles não entendem, não sentem, apenas são usados para o nosso benefício, por isso digo que os verdadeiros animais somos nós. O que me intriga é que apesar da solidão e do olhar triste, qualquer movimento e o cão se levanta expressando alegria com gestos corporais (afinal essa é a única forma que ele tem de nos fazer entender o que esta sentindo), sem ressentimento algum por passar o dia sozinho esperando embaixo de um caminhão.
Acho que entendo porque me atenho a estas pequenas coisas, são em pequenos gestos de pequenos seres que notamos que apesar de sermos insignificantes, mesmo sem saber algumas vezes fazemos diferença para alguém que nem sabemos existir, mas as nossas atitudes fazem com que esse alguém se espelhe em nós e tente ser alguém melhor.
Alguém já deve estar rindo e pensando, olha o babaca nos comparando com o cachorro, é isso mesmo? Sim, poderíamos todos nos espelhar no exemplo do cão, onde a gratidão é muito maior do que o rancor, a lealdade é maior do que a raiva e seu coração é mais puro do que o meu e o teu. Então, novamente me pergunto, quem realmente são os animais do presente?
Juliano Furlanetto
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
E quem foi o sortudo do dia?
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Vou começar a escrever textos sobre a sorte, ou a falta dela (que até faz mais sentido nestes últimos dias), afinal já escrevi sobre a lei de Murphy e como ela vem se encaixando na minha vida. Sou um pouco cético a respeito de algumas coisas, esse lance de pensar positivo e o universo conspirar a teu favor só existe nos livros "O Segredo" e "A Lei da Atração", pelo menos não se encaixa comigo, não que eu seja o mais otimista, mas as vezes eu tento pensar positivo, mas tudo que consegui até hoje foi por persistência, o universo não me deu o apoio moral.
Troquei de moto, depois de um tempo querendo, uma semana com a moto nova eu cai, tive uma luxação na clavícula, ficarei um mês sem academia e sem futebol, o que parece supérfluo, porém me faz falta, e já faz 15 dias que a moto esta em conserto e NADA AINDA. É isso mesmo, moto na mecânica, e o Brasil seguindo com sua eficiente mão de obra. Estacionei o carro e fui caminhar, muito bem, exercício faz bem para todos,o único problema foi na voltada caminhada, um experiente "cortador de grama" (me refiro a pessoa e não a máquina), juntamente com a grama "cortou" uma pedra, que por coincidência acertou o vidro do meu carro, e quem foi o sortudo do dia?
Mas então o amigo que corta grama foi embora "não deve ter visto nada", e a dona da casa, com a qual fui buscar informações me disse o sobrenome do indivíduo, o que foi de grande ajuda na minha "caça". Resultado, pagarei o vidro e torcerei para a mão de obra brasileira melhorar um pouco, porque assim não esta fácil.
Ps: Vou contar um segredo: hoje dormirei pensando positivo, vá que amanhã quando eu acordar o vidro do meu carro esteja novo em folha. Nunca se sabe, depois eu conto!
Juliano Furlanetto
Troquei de moto, depois de um tempo querendo, uma semana com a moto nova eu cai, tive uma luxação na clavícula, ficarei um mês sem academia e sem futebol, o que parece supérfluo, porém me faz falta, e já faz 15 dias que a moto esta em conserto e NADA AINDA. É isso mesmo, moto na mecânica, e o Brasil seguindo com sua eficiente mão de obra. Estacionei o carro e fui caminhar, muito bem, exercício faz bem para todos,o único problema foi na voltada caminhada, um experiente "cortador de grama" (me refiro a pessoa e não a máquina), juntamente com a grama "cortou" uma pedra, que por coincidência acertou o vidro do meu carro, e quem foi o sortudo do dia?
Mas então o amigo que corta grama foi embora "não deve ter visto nada", e a dona da casa, com a qual fui buscar informações me disse o sobrenome do indivíduo, o que foi de grande ajuda na minha "caça". Resultado, pagarei o vidro e torcerei para a mão de obra brasileira melhorar um pouco, porque assim não esta fácil.
Ps: Vou contar um segredo: hoje dormirei pensando positivo, vá que amanhã quando eu acordar o vidro do meu carro esteja novo em folha. Nunca se sabe, depois eu conto!
Juliano Furlanetto
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Decisões
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
No momento penso em muitas coisas distintas, o problema é pensar em todas essas coisas ao mesmo tempo, a cabeça da um nó, o cérebro não sabe pra que lado ir, o coração não sabe que rumo seguir, o racional em conflito com o sentimental, é pesado para uma madrugada solitária.
Também penso que tenho uma casa, uma cama, uma família, um emprego e reclamo mesmo assim que nem tudo está como eu quero, me sinto sozinho mesmo tendo tudo isso, e quem não tem nada como se sente? Ao final de tudo sou apenas mais uma pessoa egoísta e egocêntrica que reclama de barriga cheia.
Tanta gente no mundo, tanta gente querendo te agradar e você querer apenas uma pessoa é errado? É egoísmo? Tenho minhas dúvidas quanto a isso também. Não que fazer escolhas ou tomar decisões seja algo fácil, mas é algo que deve ser feito, todos os dias você faz escolhas, desde a sua meia até a cor de sua camiseta, apenas não damos valor a estas escolhas que são simples.
Eu fiz minha escolha, tomei minha decisão, decidi que caminho seguir, mas não se segue esse caminho sozinho, entretanto, o importante é tomar a decisão correta e fazer com que ela se torne parte da sua felicidade.
É difícil ser racional quando o sentimento fala mais alto, é difícil controlar o cérebro quando o coração bate mais forte por aquela pessoa. Deixa teu coração bater, ele te da o sinal, porque se o coração parar, tudo para, e se tudo para é sinal de que nada fez sentido.
É tão simples, basta seguir o coração, ele te dará as respostas e te mostrará o que é certo.
Juliano Furlanetto
Também penso que tenho uma casa, uma cama, uma família, um emprego e reclamo mesmo assim que nem tudo está como eu quero, me sinto sozinho mesmo tendo tudo isso, e quem não tem nada como se sente? Ao final de tudo sou apenas mais uma pessoa egoísta e egocêntrica que reclama de barriga cheia.
Tanta gente no mundo, tanta gente querendo te agradar e você querer apenas uma pessoa é errado? É egoísmo? Tenho minhas dúvidas quanto a isso também. Não que fazer escolhas ou tomar decisões seja algo fácil, mas é algo que deve ser feito, todos os dias você faz escolhas, desde a sua meia até a cor de sua camiseta, apenas não damos valor a estas escolhas que são simples.
Eu fiz minha escolha, tomei minha decisão, decidi que caminho seguir, mas não se segue esse caminho sozinho, entretanto, o importante é tomar a decisão correta e fazer com que ela se torne parte da sua felicidade.
É difícil ser racional quando o sentimento fala mais alto, é difícil controlar o cérebro quando o coração bate mais forte por aquela pessoa. Deixa teu coração bater, ele te da o sinal, porque se o coração parar, tudo para, e se tudo para é sinal de que nada fez sentido.
É tão simples, basta seguir o coração, ele te dará as respostas e te mostrará o que é certo.
Juliano Furlanetto
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Radicalizando...
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Hoje, final da tarde me deparei com uma notícia que me intrigou, fez com que o “tico e teco” começassem a mexer dentro de minha cabeça, mas acho que eles são meio rebeldes porque não consigo ver algumas coisas sem criticar. No jornal a manchete estava como uma “evolução” para a sociedade, mas eu tenho minhas dúvidas.
A matéria mostrava a foto de um presidiário (culpado de homicídio qualificado) que conseguiu liberação para cursar faculdade enquanto está preso. Este é um que mudou, quer qualificar sua educação para sair da cadeia e fazer um projeto social, não sei bem minha opinião quanto a isso.
Radicalizando, se está preso por homicídio tem que cumprir pena assim como todos os outros presos, se quisesse estudar que pensasse nisso antes de matar. Não sei se é certo pensar assim, mas, a sociedade fecha os olhos para o que realmente importa, e abre portas para gente que muitas vezes não vai aproveitar a oportunidade de se redimir, afinal quem não gostaria de sair durante umas 4 ou 5 horas diárias de uma prisão para ir estudar em uma faculdade.
Todos tem direito a uma segunda chance, porém o único que pode tirar a vida de alguém é o mesmo que nos deu a vida e Ele está olhando para nossos atos, o verdadeiro acerto de contas será mais complicado do que convencer um bando de pessoas de que você está mudado e quer contribuir com a sociedade.
E o pensamento que gerei a respeito de tudo isso foi o seguinte: Bandido já é ruim burro, imagina se começarem a ficar inteligentes, é aí que a sociedade vai realmente notar a importância do estudo.
Juliano Furlanetto
A matéria mostrava a foto de um presidiário (culpado de homicídio qualificado) que conseguiu liberação para cursar faculdade enquanto está preso. Este é um que mudou, quer qualificar sua educação para sair da cadeia e fazer um projeto social, não sei bem minha opinião quanto a isso.
Radicalizando, se está preso por homicídio tem que cumprir pena assim como todos os outros presos, se quisesse estudar que pensasse nisso antes de matar. Não sei se é certo pensar assim, mas, a sociedade fecha os olhos para o que realmente importa, e abre portas para gente que muitas vezes não vai aproveitar a oportunidade de se redimir, afinal quem não gostaria de sair durante umas 4 ou 5 horas diárias de uma prisão para ir estudar em uma faculdade.
Todos tem direito a uma segunda chance, porém o único que pode tirar a vida de alguém é o mesmo que nos deu a vida e Ele está olhando para nossos atos, o verdadeiro acerto de contas será mais complicado do que convencer um bando de pessoas de que você está mudado e quer contribuir com a sociedade.
E o pensamento que gerei a respeito de tudo isso foi o seguinte: Bandido já é ruim burro, imagina se começarem a ficar inteligentes, é aí que a sociedade vai realmente notar a importância do estudo.
Juliano Furlanetto
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
....
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Tinha uma página inteira escrita sobre fases da vida, apaguei tudo, o texto estava ruim mesmo. Vou resumir as fases que temos.
Nascemos, crescemos e morremos, pronto, é isso.
Você nasce sozinho e morre sozinho, no decorrer da vida tenta encontrar alguém pra amenizar essa solidão, o que não consegue encontrar é conforto quando as coisas não vão pelo caminho que tentaste. Então você chora e tenta novamente, como se sua vida fosse um avião e você tivesse que experimentar várias poltronas antes de sentar na correta o problema é que as vezes você nota que a poltrona correta foi aquela que você decidiu trocar e agora a poltrona está ocupada, paciência amigo afinal todo mundo morre sozinho.
Apenas um desabafo em um momento depressivo.
Juliano Furlanetto
Nascemos, crescemos e morremos, pronto, é isso.
Você nasce sozinho e morre sozinho, no decorrer da vida tenta encontrar alguém pra amenizar essa solidão, o que não consegue encontrar é conforto quando as coisas não vão pelo caminho que tentaste. Então você chora e tenta novamente, como se sua vida fosse um avião e você tivesse que experimentar várias poltronas antes de sentar na correta o problema é que as vezes você nota que a poltrona correta foi aquela que você decidiu trocar e agora a poltrona está ocupada, paciência amigo afinal todo mundo morre sozinho.
Apenas um desabafo em um momento depressivo.
Juliano Furlanetto
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Andróide
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Ano de 1967
Estava longe de casa, realmente longe, uma distância que não pode ser medida em centímetros, metros, kilômetros e nem milhas, talvez anos luz seria a distância correta. Aquilo não era bem uma pesquisa de campo e sim uma falha no trajeto, ele não tinha nem idéia de onde estava e nem de como voltar pra casa, a única coisa que levava era uma mochila nas costas com um lápis de escrever e um papel com pequenos tópicos e anotações.
Apesar de não saber onde estava, o caderno lhe acompanhava e anotações sobre o lugar seriam feitas, algum dia poderiam importar pra alguma coisa em algum futuro distante. Sua terra não era nem de perto parecida com esta, os seres eram diferentes, os meios de transportes não eram tão avançados e nem tão rápidos quanto os da sua terra, tudo era estranho e ao mesmo tempo fascinante.
Notou que os seres eram chamados de pessoas, e o que expressavam eram chamados sentimentos, era algo bonito, que não existia na sua terra, onde a única coisa que importava era construir, aprimorar a tecnologia e conquistar novos lugares. Este era um lugar inexplorado por seus conterrâneos, um lugar diferente de tudo que já havia visto.
O máximo que duraria aqui era um dia, afinal o ar daqui não era o mesmo e jamais conseguiria alimento para suprir sua fome, já notando que o fim estava próximo para ele, resolveu aproveitar suas últimas horas para anotar o que pudesse e deixar seu caderno em algum lugar, para que algum dia suas informações trouxessem algo pra alguém.
Ano 2011
Era um adolescente comum, passando por uma crise existencial também comum naquela idade, não tinha mais nada a fazer então se sentou em um beco onde a única luz que lhe alcançava era a da lua, que mostrava algo entre os tijolos da parede, um pequeno caderno com algumas anotações. Com o caderno na mão, era um caderno velho, mas a curiosidade foi maior, ele folhou, folhou e decidiu parar na última página. O pequeno texto trazia as seguintes estrofes:
Não sei bem onde estou no momento, e nem entendo bem estes seres daqui, estava analisando tudo, afinal estas são as minhas últimas horas aqui. Algo me encantou e decidi passar o que me resta da vida aqui. São dois seres diferentes, um de cabelo curto e traços fortes e um com cabelos compridos e uma delicadeza que nunca tinha visto em minha terra. Não sei bem o que é isso, as mãos entrelaçadas um sorriso nos lábios e um brilho no olhar que nota-se de longe. De onde venho não existe isso, talvez por isso meu fascínio, é algo lindo que deve ser mantido para sempre.
Não sei o nome disso e nem o que quer dizer, mas jamais deixarei meus conterrâneos saberem que este lugar existe, afinal não entendo esse brilho que estes seres tem, mas esta terra não deve ser conquistada jamais, a beleza que existe nestes atos, não devem terminar nunca.
O adolescente releu e pensou, pobre sonhador, falando de amor, hoje em dia isso já é lenda. Porém aquele pequeno texto fez que com seus cabelos arrepiassem e ele sentisse uma pontada no coração. A semente fora plantada, agora o que lhe resta é semear os frutos.
Juliano Furlanetto
Estava longe de casa, realmente longe, uma distância que não pode ser medida em centímetros, metros, kilômetros e nem milhas, talvez anos luz seria a distância correta. Aquilo não era bem uma pesquisa de campo e sim uma falha no trajeto, ele não tinha nem idéia de onde estava e nem de como voltar pra casa, a única coisa que levava era uma mochila nas costas com um lápis de escrever e um papel com pequenos tópicos e anotações.
Apesar de não saber onde estava, o caderno lhe acompanhava e anotações sobre o lugar seriam feitas, algum dia poderiam importar pra alguma coisa em algum futuro distante. Sua terra não era nem de perto parecida com esta, os seres eram diferentes, os meios de transportes não eram tão avançados e nem tão rápidos quanto os da sua terra, tudo era estranho e ao mesmo tempo fascinante.
Notou que os seres eram chamados de pessoas, e o que expressavam eram chamados sentimentos, era algo bonito, que não existia na sua terra, onde a única coisa que importava era construir, aprimorar a tecnologia e conquistar novos lugares. Este era um lugar inexplorado por seus conterrâneos, um lugar diferente de tudo que já havia visto.
O máximo que duraria aqui era um dia, afinal o ar daqui não era o mesmo e jamais conseguiria alimento para suprir sua fome, já notando que o fim estava próximo para ele, resolveu aproveitar suas últimas horas para anotar o que pudesse e deixar seu caderno em algum lugar, para que algum dia suas informações trouxessem algo pra alguém.
Ano 2011
Era um adolescente comum, passando por uma crise existencial também comum naquela idade, não tinha mais nada a fazer então se sentou em um beco onde a única luz que lhe alcançava era a da lua, que mostrava algo entre os tijolos da parede, um pequeno caderno com algumas anotações. Com o caderno na mão, era um caderno velho, mas a curiosidade foi maior, ele folhou, folhou e decidiu parar na última página. O pequeno texto trazia as seguintes estrofes:
Não sei bem onde estou no momento, e nem entendo bem estes seres daqui, estava analisando tudo, afinal estas são as minhas últimas horas aqui. Algo me encantou e decidi passar o que me resta da vida aqui. São dois seres diferentes, um de cabelo curto e traços fortes e um com cabelos compridos e uma delicadeza que nunca tinha visto em minha terra. Não sei bem o que é isso, as mãos entrelaçadas um sorriso nos lábios e um brilho no olhar que nota-se de longe. De onde venho não existe isso, talvez por isso meu fascínio, é algo lindo que deve ser mantido para sempre.
Não sei o nome disso e nem o que quer dizer, mas jamais deixarei meus conterrâneos saberem que este lugar existe, afinal não entendo esse brilho que estes seres tem, mas esta terra não deve ser conquistada jamais, a beleza que existe nestes atos, não devem terminar nunca.
O adolescente releu e pensou, pobre sonhador, falando de amor, hoje em dia isso já é lenda. Porém aquele pequeno texto fez que com seus cabelos arrepiassem e ele sentisse uma pontada no coração. A semente fora plantada, agora o que lhe resta é semear os frutos.
Juliano Furlanetto
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
Bloqueado
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
Já se passa da meia noite, dia 13 já é 14, e tudo passa rápido demais, inclusive minhas idéias, não sei o que se passa na minha mente, ou está vazia ou está realmente cheia, meu raciocínio anda lento, minhas idéias se esvaindo, não sei, ando num bloqueio que espero ser temporário.
Página em branco pensamento em preto, como um xadrez entre a tela e minha mente, um antônimo entre meu cérebro e meus dedos, sei lá, não da pra entender essas coisas, ou tenho que parar de pensar ou tenho que pensar mais, acho que meu psicológico está entrando no ritmo de férias, e meu cérebro não notou que eu "o mentor" ainda não tirei férias e aqui fora do meu crânio a vida não para.
Talvez o stress do dia ou até mesmo o calor, talvez estar lendo pouco ou até mesmo assistindo filmes demais, ou talvez simplesmente depois de 22 anos estou passando pelo meu primeiro bloqueio e não consigo escrever mais nada que me agrade. Afinal, falar de amor é fácil, difícil mesmo é amar, falar sobre bloqueio é fácil difícil é escrever, levantar todas as manhãs para a rotina é fácil, difícil mesmo é ser feliz vivendo assim.
Espero voltar a escrever em breve, espero que meu blog volte a funcionar também, sei lá, as coisas andam meio confusas, conflitos de sentimento, conflitos de idéia, tô precisando realmente de umas férias, tanto do trabalho quanto da cabeça, queria ter um lugar só meu, juntar minhas coisas e ir pra lá, ficar imaginando que na volta tudo seria diferente e estaria melhor. Algumas vezes a fantasia é melhor que a vida real, o único problema é quando a fantasia não migra da cabeça para o papel e não diverte e nem da esperança pra ninguém.
Juliano Furlanetto
Página em branco pensamento em preto, como um xadrez entre a tela e minha mente, um antônimo entre meu cérebro e meus dedos, sei lá, não da pra entender essas coisas, ou tenho que parar de pensar ou tenho que pensar mais, acho que meu psicológico está entrando no ritmo de férias, e meu cérebro não notou que eu "o mentor" ainda não tirei férias e aqui fora do meu crânio a vida não para.
Talvez o stress do dia ou até mesmo o calor, talvez estar lendo pouco ou até mesmo assistindo filmes demais, ou talvez simplesmente depois de 22 anos estou passando pelo meu primeiro bloqueio e não consigo escrever mais nada que me agrade. Afinal, falar de amor é fácil, difícil mesmo é amar, falar sobre bloqueio é fácil difícil é escrever, levantar todas as manhãs para a rotina é fácil, difícil mesmo é ser feliz vivendo assim.
Espero voltar a escrever em breve, espero que meu blog volte a funcionar também, sei lá, as coisas andam meio confusas, conflitos de sentimento, conflitos de idéia, tô precisando realmente de umas férias, tanto do trabalho quanto da cabeça, queria ter um lugar só meu, juntar minhas coisas e ir pra lá, ficar imaginando que na volta tudo seria diferente e estaria melhor. Algumas vezes a fantasia é melhor que a vida real, o único problema é quando a fantasia não migra da cabeça para o papel e não diverte e nem da esperança pra ninguém.
Juliano Furlanetto
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