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quarta-feira, 25 de março de 2009

Tecnologia

quarta-feira, 25 de março de 2009
E do que adianta cursos e mais cursos quando a cabeça insiste em permanecer no pretérito?

Faz mais ou menos uma hora que estou tentando mudar a aparência do meu blog, e percebam como ficou, pois é, exatamente isso!

Fiquei deprimido por não estar me adaptando muito bem a essa coisa toda de HTML, códigos e derivados. No fim das contas vou acabar pedindo ajuda ao meu irmão de 13 anos (ou 14, não sei bem), o que é uma tarefa humilhante para um ser orgulhoso.

Mas depois de uma hora nesse vai e vem, pesquisando aqui e olhando ali, o máximo que consegui foi deixar meu blog no estilo "OXFORD" (palmas para mim), estou decididamente decepcionado com minha capacidade tecnológica e mental.

Acho que vou voltar a escrever em blocos papel, assim posso deixar a folha com a aparência que eu quizer, usar canetas multicoloridas para fazer detalhes supimpas e até mesmo me dar ao luxo de tentar fazer uma letra bonita, isso sim é tecnologia.



Juliano Furlanetto

quarta-feira, 18 de março de 2009

Frio

quarta-feira, 18 de março de 2009
Boa tarde leitores (são poucos, porém o otimismo continua), hoje postarei um texto que escrevi há um tempo. Com o frio chegando, o texto é conveniente ao clima que nos encontramos hoje.

Hoje o frio esta começando a chegar por aqui. Minha camiseta manga-longa não esta conseguindo contê-lo muito bem. Particularmente, a idéia de frio me agrada. Sofá, filme, pipoca, lareira, chocolate quente, gordurinhas localizadas, entre outros. O que não me agrada no inverno, é levantar cedo, sair debaixo das cobertas e andar de moto também e um pouco complicado. Ano passado, o inverno foi rigoroso, e eu, quase um Einstein, não poupei dinheiro para comprar luvas. Na moto, a coisa se tornava extremamente complicada.
Sendo que eram apenas os dez minutos iniciais, depois disso não sentia mais nada, até acelerava demais sem perceber.Este ano, minhas memórias estão guardadas juntamente com o dinheiro para as luvas. Não quero mais saber de não sentir as mãos durante o inverno, e convenhamos, aquecê-las depois de frias, se torna um tanto complicado. Fui comprar uns casacos, jaquetas novas, para começar o frio com estilo. Mas, vejam bem, o preço não estava de acordo com meu bolso. Digamos que nestes últimos meses, dei passos maiores que as pernas, como diz minha mãe. Então, na indecisão, preferi optar pelas luvas. Espero ter sido uma atitude inteligente da minha parte. Troquei o bonito pelo necessário. E afinal de contas, tenho uma jaqueta de LONA DE CAMINHÃO, isso mesmo, lona de caminhão. Andar de moto com ela e uma maravilha, o vento parece nem encostar em mim. Porém, (tudo sempre tem um porem, não e mesmo?) como vocês devem imaginar, lona de caminhão é realmente dura e pesada. Depois de uma estadia de um dia com a “lona no lombo” meus ombros doem mais do que uma semana de musculação. Sendo que mover-se com aquela jaqueta, ate pode ser considerado musculação.Mas enfim, vejo mais prós do que contras no inverno (pelo menos nos finais de semana que fico em casa), os dias são cinzas, porem, no inverno, o amor nos aquece. Não tem nada melhor que assistir um filme embaixo das cobertas com teu amor do lado, não e mesmo? Então aproveite o frio, e se tiver uma moto, COMPRE LUVAS.

PS: Sei que a estação que está para começar é o outono, mas na época era o inverno e hoje agradeço por ter um carro e não precisar usar a moto nesses climas do sul.


Juliano Furlanetto.

quinta-feira, 12 de março de 2009

Consumidor de Consórcio

quinta-feira, 12 de março de 2009
Bom dia, assim por se dizer, pra não parecer rude. O bom é que sempre aprendemos com nossos erros, o ruim é que temos que errar para "aprender a aprender", a vida não é aquele sonho que constumávamos ter quando crianças, pode até ser quando encontramos nosso amor, quando estamos apaixonados parece que nossos problemas desaparecem. Quando você está com a pessoa que ama, o resto parece desaparecer, o problema é que no dia seguinte quando você acorda e sai de casa para mais um dia de rotina, os "pepinos" ou "abacaxis", como preferirem, vão voltar a te perseguir.
Vi uma matéria no Jornal da Globo, uma pesquisa foi feita, sobre dívidas, consórcios e afins. Uma grande porcentagem de brasileiros adere a este modo "fácil" de compra, afinal guardar dinheiro e pagar á vista é mais complicado, do que pagar o DOBRO do preço pelo mesmo produto.
Não estou julgando, mas me inserindo nesse meio, sou um consumidor consórcios, e estou pagando caro por isso, acreditem, então lhes deixo a minha nota da semana:

* Não fazer mais consórcios e afins.



Juliano Furlanetto

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

O roubo do Natal!

terça-feira, 23 de dezembro de 2008
Tudo comecou com São Nicolas, um homem que costumava jogar moedas de ouro pela chaminé ou para dentro das casas (nas meias penduradas na lareira), para ajudar as pessoas necessitadas, na época do Natal. São Nicolas, virou bispo, deste fato que veio a roupa vermelha. Depois de morto, foi considerado santo pela igreja, mas isso não vem ao caso, a lenda do Papai Noel se iniciou com São Nicolas. E o que vocês pensam a respeito disso tudo? De todo esse lance de Papai Noel?

Papai Noel pra mim, é uma imagem comercial, um velho que gosta de ter a cena do Natal para si próprio, alguem que roubou o verdadeiro sentido do Natal. Não posso negar, que quando era pequeno gostava da idéia de um velho, vestido com roupas de neve, barba de mendigo e botas de borracha, dando presente para todas as criancas bem comportadas. Até que em um Natal, senti falta da minha mãe e percebi que a voz do Papai Noel estava um pouco feminina, pois é, foi neste Natal que o Papai Noel revelou sua identidade, e acreditem, não era bem um "papai", se é que me entendem.

Mas o papai Noel, rouba toda a cena do Natal, para a maioria das criancas, e até mesmo adultos, esse lance todo "americano" de ser, se transformou no verdadeiro sentido do Natal. Afinal, se Papai Noel fosse brasileiro, ele não usaria roupas de neve, mas sim uma bermuda e uma regata, e se fosse baiano, as criancas infelizmente não receberiam seus respectivos presentes na data certa.

E esta é a chamada "cultura macworld", sem entrar em detalhes, o mundo copiando a cultura americana. Não se esquecam do verdadeiro sentido do Natal, não esquecam Daquele que nasceu e morreu pelos nossos pecados, por nós, sem receber nada em troca, apenas nossa ingratidão ao dar mais valor a lendas do que ao verdadeiro sentido da celebracão. Ou acreditem em duendes, renas voadoras e afins, e nesse caso, se na noite de Natal a lua estiver cheia, CUIDADO COM O LOBISOMEM!


Boas Festas!

Juliano Furlanetto

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Só Complementando......

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
"Isso cura tudo, menos burrice que é uma epidemia sempre em alta" - Carlos Ruiz Zafón, O Jogo do Anjo.


Heis uma frase que diz tudo, fala diretamente do passado, presente e futuro. Uma pequena frase que serve e no futuro servirá para classificar as próximas geracões.


Isto não é um julgamento, só um complemento, do modo como as coisas vão andando, não da pra esperar nada muito diferente.



Juliano Furlanetto

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Cultura, sério, aonde?

terça-feira, 25 de novembro de 2008
Perguntas que passam pela minha cabeça, todo dia, e a cada dia com uma prova mais concreta de que a cultura esta se esvaindo por entre vielas estreitas, passando por entre nossos dedos sem que possamos tomar atitude alguma diante dos fatos inevitáveis que cercam nossas vidas. Eu trabalho com cultura, não sou o mais inteligente, nem mesmo o mais culto, mas me esforço para que a cultura não se perca assim tão facilmente, como vem acontecendo de uns tempos pra cá. Espero que algum dia, quando constituir uma família, meus filhos saibam saborear um bom livro, um bom filme, um bom documentário e uma boa dose de cultura.

Como na nossa cidade eventos culturais grandes são raros, quando acontece ainda precisam-se de furos para chamar mais a atenção, acontecem coisas "ilárias" por aqui, coisas que complementam essa "culura-comédia", sendo que a classificação da cultura esta mais para drama. Sexta-feira, as 21h acontecerá o espetáculo "Homens de Perto", espero poder prestigiar, pois não é sempre que acontecem espetáculos deste porte na nossa cidade, e segundo o flyer que eu recebi, a peça é "ilária", gostaria de saber se o erro foi para dar um certo ar de "comédia" para o flyer, ou poderia ser feita uma promoção, quem descobrir o erro ganha um ingresso. Ainda há tempo.


Infelizmente a cultura se perde e as frases mais ouvidas na boca do povo são algo do tipo:
VAMO FAZÊ FESTA, VAMO FAZÊ FESTA!, ou melhor ainda BEBE CAI E LEVANTA, BEBE CAI E LEVANTA!
É uma cultura interminável. Espero que nossas gerações futuras ainda consigam ver a cultura como algo sério, e não como apenas uma palavra bonita para se escrever em discursos.



Juliano Furlanetto

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

O amanhecer sem Futuro

quinta-feira, 6 de novembro de 2008
Olhava pela janela, não via nada além de um monte de coisas monotonas e sem valor, o sol que nascia de um modo normal, sem grandesa alguma para mim naqueles dias. Foram dias escuros, a nostalgia tomava conta de tudo e todos que me cercavam, tudo parecia ruim, tudo parecia terminantemente chato e sem valor algum perante meu olhar crítico.
O amanhecer demorava para chegar, as vezes, nem mesmo importava se chegaria ou não, pois ja sabia o que me esperava no dia seguinte, meu amanhecer não tinha um futuro, seria a monotonia de sempre, o dia-a-dia escuro (mesmo com o sol brilhando) e a noite que era um breu. Mas algo estava errado, aquilo não podia continuar, a depressão se encarregava de me fazer prisioneiro de mim mesmo, de meus próprios pensamentos.
Quando enfim acordei, desta vez acordei de verdade, pude ver o brilho do sol, sentir o vento em meu rosto, e até mesmo arriscar um sorriso meio torto. Minha fé dizia que o futuro iria ser melhor pra mim, que aquela nostalgia infindável iria enfim pular janela afora e o sol iria substituir essa escuridão que tomara conta durante esse tempo todo.
As pessoas te fazem sorrir, as pessoas te fazem querer ser melhor, as pessoas também te irritam, te deixam magoados, mas o tempo te acalma e quando passa, recolhe essas marcas que ele foi deixando. Não que seja o mais feliz do mundo, mas ja consigo sorrir sem pensar no passado, ja consigo deitar e tentar decifrar um futuro, pois este é o verdadeiro lance do futuro, Não saber o que vai acontecer amanhã.

Muito obrigado a todos que me ajudaram a contornar a escuridão e encontrar novamente a luz.

Juliano Furlanetto